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Trilogia Millennium


Quando vi o  primeiro filme da trilogia Millennium "Os homens  que  não amavam
as mulheres", não pensei que fosse me causar tanta simpatia, eu realmente gostei
da  produção,  principalmente da  Lisbeth  Salander,  personagem  principal. Mas
antes que eu pudesse ver os outros dois, meu primo Gil, me aparece com a trilogia
Millennium em livros. Daí coloquei na cabeça que só verei os  filmes, depois  de  ler
os ditos  cujos. Eu  prefiro  conhecer  primeiro a versão  em papel  e depois ir à tela.
Agora eu só quero tempo, preciso de tempo...





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Água Perrier
 


"Não quero mudar você, nem mostrar
novos mundos, porque eu, meu amor, 
acho graça até mesmo em clichês.
Adoro esse olhar blasé que não só já 
viu  quase  tudo, mas  acha  tudo  tão 
déjà vu mesmo antes de ver.
Só proponho alimentar seu tédio. Para 
tanto, exponho a minha admiração.
Você em troca cede o seu olhar sem 
sonhos à minha contemplação: Aí eu 
componho uma nova canção.
Adoro, sei lá por que, esse olhar meio 
escudo que em vez de qualquer álcool 
forte pede água perrier."

(Adriana Calcanhoto)

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Momento Diego Rodrigues











 Jogo da forca - Diego x Ellys


Meu "Grude"


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A Morte não é Nada


Pacceli Gurgel


Permitam-me lamentar as atrocidades dos viventes
E suplicar às estrelas a concórdia dos pesares. 
Acalantada pela noite, minha voz fraquejada canta o teu poema, 
E as notas mostram-se sombrias e chorosas. 
Os versos trazem a cadência dos teus pensamentos, 
Sim, patentemente trazem! 
Pensares veementes que se debruçam na fortaleza dos saberes, 
Das vontades aclamadas, das inquietudes, 
Das razões que se perdiam em cada sorriso mostrado. 

Ao som das lamúrias,  persiste quem se nega a aceitar 
Os trâmites de um fato consumado, 
E mesmo que as feridas sejam tocadas, 
Ou que se pise em espinhos, 
Se faz necessário prosseguir com o que lhe foi aconselhado. 
A saudade se fará compreendida ao mostrar que as lembranças 
Sempre hão de transcender qualquer amargor das despedidas. 

Assim vive quem se permitiu adentrar em um mundo 
De singularidades, e recebeu de lá a base 
Para que a sua  estrutura se tornasse inabalável. 
 Compartilhou anseios, gargalhadas, conselhos, lágrimas...
Envoltos a arte que era sumidade em suas vidas.
Isso é revelado por uma gratidão eterna!

Por essas preciosidades, preparo-me para voar
Levando ensinamentos de quem trazia vivências, 
Que se dizia cheio de cicatrizes, 
Um Albatroz "O Senhor das tempestades", 
E que agora se encontra no descanso eterno dos justos, 
Fazendo-me lastimar, profundamente, 
A sua voz que se fez calar.

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